Elon Musk, o sul-africano que pretende conectar o cérebro humano a AI.

A inteligência artificial vem dando passos cada vez mais impressionantes ao longo dos anos, os avanços significativos ainda deixam os cientistas contentes com os avanços mas nada felizes com o desempenho. Os avanços da AI tem atraído muito vários empresários com sonhos grandes e um deles é o empreendedor e filantropo sul-africano com origens estadunidense e canadense. Elon Reeve Musk é bastante conhecido por criações e participações em empresas como o PayPal e Tesla Motors.

Os diplomas de Elon em física e economia abriram caminho pra o jovem empreendedor e inventor construir uma fortuna aproximadamente de 13,3 bilhões de dólares e é com essa fortuna que Elon Musk criou a startup de nano biotecnologia chamada Neuralink. A Neuralink tem como principal interesse em integrar o cérebro humano com inteligência artificial.

Essa empresa tem intenções grandes apesar de seu tamanho, Elon tem papel ativo no desenvolvimento da neurociência na Califórnia. O projeto visa criar computadores cranianos para tratamentos de doenças degenerativas e outras, em função da teoria que o cérebro possui força vital pra reverter diversas limitações do corpo, os cientistas têm buscado formas de treinar o cérebro a proporcionar a cura pra o corpo.

A empresa tem contado com a presença de alguns especialistas em nano tecnologia e nomes como Dr. Vanessa Tolosa, o professor da UCSF Philip Sabes e o professor da Universidade de Boston Timothy Gardner que estuda caminhos neurais no cérebro de aves canoras.

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A Neuralink pretende apresentar um protótipo funcional para provar que a tecnologia é segura e é viável antes de almejar uma meta mais ambiciosa que é aumentar o desempenho da raça humana. Espera-se que o protótipo proposto pela Neuralink seja relacionado a implantes cerebrais que podem tratar doenças como epilepsia, Parkinson ou depressão. Elon Musk declarou à revista Vanity Fair que acredita que a tecnologia está a 4 ou 5 anos de ser uma interface parcial cerebral significativa mas mesmo que isso seja uma estimativa correta ainda há um longo caminho até a Inteligência Artificial ser conectada diretamente ao nosso cérebro.
Fonte: Wall Street Journal.

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